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ATITUDE MAÇÔNICA NA CAMPANHA ABOLICIONISTA DA LOJA INDÚSTRIA E CARIDADE Nº 49

       Havia em Friburgo, lá pelos idos de mil oitocentos e setenta e seis, um estabelecimento de ensino muito famoso, tanto pelo elevado padrão didático, como pelos rígidos princípios de moral que eram ali observados. Chamava-se “ Liceu Conde D’Eu”, de propriedade do Irmão Guilherme Leocádio Pinto,

que havia acertado com a Loja a manutenção de um determinado número de alunos, gratuitamente, inclusivamente o menor Tancredo, que a INDÚSTRIA E CARIDADE havia tornado livre e que o Irmão Secretário tinha adotado, (Referência no última postagem).
     Pois bem. Naquele ano de mil oitocentos e setenta e seis, o diretor-proprietário do Liceu enviou uma prancha à Loja comunicando que: “ por seu mau estado de saúde havia passado o seu estabelecimento de educação, o Liceu Conde D’Eu, pelo que não podia continuar com a educação dos alunos mandados pela nossa Augusta Loja pedindo as nossas desculpas pelo motivo já exposto”.
       Acontece, porém, que i Liceu foi adquirido por um maçom, o Irmão Almeida Martins que, tão logo se inteirou da situação dos alunos ali matriculados através da INDÚSTRIA E CARIDADE, encaminhou uma prancha à loja comunicando que os alunos permaneceriam matriculados, prosseguindo normalmente com seus estudos sem descontinuidade, pois assim o exigiam a sua consciência e seu dever maçônicos. 

Texto retirado do Livro Caminhos do Ontem. ( Farias de Carvalho)